As trancas das portas
O relógio insistente.
Tudo convergindo para,
Em qualquer momento,
Romper a razão que mantém,
Uma aparente normalidade.
O ar é demasiado rarefeito,
Nesse espaço exíguo que me restou.
Converso com o tempo,
De antes, ou depois.
O agora permanece estático
Qual estátuas de sal.
A cada ocaso, luzes acendem, e
O dia findo, sepulta as histórias impedidas de ser.

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