Ando até meio assustada,
com os rumos que as coisas vão.
E não é que criou vida própria, e
não me obedece mais!
Quero falar de alguém,
mas se ela não quiser,
não adianta que não vem.
Não posso escutar agora,
tenho trabalho a fazer,
e ela mais uma vez,
deixa de obedecer.
Fala o que bem entende,
na hora que lhe aprouver,
pelo caráter da mesma,
a poesia é mesmo mulher!
Que delícia mais intrigante,
estou a experimentar,
as mãos obedecem à ela,
na hora de dedilhar.
Sei lá se tem qualidade,
o que ela teima em dizer,
eu só sei que me esvazia a alma,
e aprendo a me conhecer!

Comentários
Postar um comentário
Leitores, deixem seus comentários e impressões: