Os poemas são como as arcas,
que guardam em vãos cerrados,
significantes embaralhados.
Mas ao se abrir um livro, e
pôr-se a degustar os versos,
nascem sensações, que delicadamente
desfazem os nossos invernos!
E o poema então se sacode,
espreguiça-se da hibernação,
e dança mais uma valsa
com inédita melodia,
em sublime parceria,
com um novo coração!
Comentários
Postar um comentário
Leitores, deixem seus comentários e impressões: