Em meados dos anos 80, ouvi pela primeira vez um CD. Caríssimo, importado, garantia um áudio de melhor qualidade, não arranhava e guardava muito mais músicas que o popular disco de vinil. Nessa época, o CD ainda era apenas uma tendência que se anunciava, mesmo porque o aparelho que o tocava era muito caro. Pois bem, de lá pra cá, o CD passou de sonho de consumo a popular, barateou, pirateou e é visto em todas as esquinas. Deixaram na lembrança os vinis, as fitas cassetes, os toca-discos, as vitrolas, que viraram peças de museus. Certo? Não mais.
Li uma reportagem recentemente que falava do disco em vinil como a última descoberta tecnológica. Atribuíam a ele as mesmas qualidades que, em meados dos anos 80, faziam do CD a bola da vez, um som mais puro, de melhor qualidade, mais durável, etc., etc. E a nova tendência entre os artistas é gravar vinil, numa onda retrô que conquista cada dia mais adeptos, e a reboque trazem à baila as vitrolas, moderníssimas e psicodélicas.
Mas essa retomada do antigo não chega a ser grande novidade, ao menos no vestuário! O vai e vem das tendências pode ser rapidamente confirmado, apenas olhando os looks de seu álbum de fotografias. O que fez sucesso numa época tornou-se brega em outra e anos depois retorna com força total. A moda é um eterno reinventar. Nada se cria; tudo se copia!
Voltando aos discos, parece que o CD caiu em desgraça. Coisa difícil é achar um aparelho moderno que toque CD. Eles tem tocador de vinil, entrada USB, bluetooth, HDMI e o escambau, menos CD. Os cantores mais vanguardistas gravam vinil e disponibilizam o disco em nuvens, uns até os liberam sem custos, é só baixar pro computador, smartphones, ipods, e outras parafernálias tecno. O CD virou sucata, démodé, tranqueira desnecessária.
Mas há o que resiste aos séculos! Os livros, encadernados, onde a gente pode grifar, anotar, circular e deixar nossas preferências. Nenhum recurso tecnológico ainda foi capaz de desbancá-lo como a melhor das mídias, e penso que não será. Portanto, guarde seus livros mais queridos (os outros doe), ressuscite seus discos de vinil se ainda os tiver e vá pensando em alguma utilidade para seus CDs, que brevemente servirão apenas para reciclagem.
Li uma reportagem recentemente que falava do disco em vinil como a última descoberta tecnológica. Atribuíam a ele as mesmas qualidades que, em meados dos anos 80, faziam do CD a bola da vez, um som mais puro, de melhor qualidade, mais durável, etc., etc. E a nova tendência entre os artistas é gravar vinil, numa onda retrô que conquista cada dia mais adeptos, e a reboque trazem à baila as vitrolas, moderníssimas e psicodélicas.
Mas essa retomada do antigo não chega a ser grande novidade, ao menos no vestuário! O vai e vem das tendências pode ser rapidamente confirmado, apenas olhando os looks de seu álbum de fotografias. O que fez sucesso numa época tornou-se brega em outra e anos depois retorna com força total. A moda é um eterno reinventar. Nada se cria; tudo se copia!
Voltando aos discos, parece que o CD caiu em desgraça. Coisa difícil é achar um aparelho moderno que toque CD. Eles tem tocador de vinil, entrada USB, bluetooth, HDMI e o escambau, menos CD. Os cantores mais vanguardistas gravam vinil e disponibilizam o disco em nuvens, uns até os liberam sem custos, é só baixar pro computador, smartphones, ipods, e outras parafernálias tecno. O CD virou sucata, démodé, tranqueira desnecessária.
Mas há o que resiste aos séculos! Os livros, encadernados, onde a gente pode grifar, anotar, circular e deixar nossas preferências. Nenhum recurso tecnológico ainda foi capaz de desbancá-lo como a melhor das mídias, e penso que não será. Portanto, guarde seus livros mais queridos (os outros doe), ressuscite seus discos de vinil se ainda os tiver e vá pensando em alguma utilidade para seus CDs, que brevemente servirão apenas para reciclagem.
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