Há amores que são borboletas
E metamorfoseiam-se encapsulados
Renascendo vestidos de cor
Há amores que são cigarras
E cantam aos quatro ventos
Sucumbindo secos de dor
Há amores que foram eternos
E sofrem de descuidado
Morrendo mais frágil que flor
Há amores que são muralhas
E erguem barreiras e fortes
Resistindo à intempérie que for.
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