Choro meus poemas natimortos
Perdidos na tola confiança da lembrança tardia.
Choro minhas certezas arrastadas
Presas nas entrelinhas das promessas esquecidas.
Choro minhas chagas sangrando
Carregadas de culpas, desenganos e medos vãos.
Choro a aguda dor de existir
Salpicadas da crônica felicidade de poder ser.
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