De tudo podes perder-te
Das coisas, das gentes, das crenças
Só da esperança não podes desgarrar-te, com pena de perder-te a ti mesmo.
De tudo podes perder-te
Das certezas, tão bambas como a corda do trapezista
Das gentes que não fincam raízes na alma
E por vezes fincam adagas no peito.
De tudo podes perder-te,
Das crenças que caem como fila de dominós
E por vezes provocam rubores de constrangimentos.
A esperança agarra, mesmo em meio aos escombros, procure-a e cultive-a.
Ela é a bússola que aponta o único caminho. Avante!
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