E um mar de perguntas me invadem
Tantas letras perdidas no espaço...
Onde se esconderam?
Por onde passeavam as palavras
Que sempre me habitaram?
Quando foi que tranquei o cofre das sensibilidades?
Por onde andou minha alma poeta?
A resposta, mesmo sabida, melhor que fique onde está!
Não mais me importa!
O que se é, sempre encontra um jeito de florescer!
Isso basta!

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