As linhas se entrelaçam em intrépidas geometrias.
Urdindo as fazendas existenciais.
Nas quais, submergimos entregues,
Aos imponderáveis atalhos e caminhos.
Uma lenda vinda do oriente, diz:
Almas destinadas a se encontrarem
São ligadas por fios invisíveis e inquebrantáveis,
Que se cruzarão em algum ponto do tecido da vida.
Gosto de acreditar nisso.
Ceticismo e fé juntam as pontas que me desenham.
Crer em ordens imaginadas permite que abandonemos, vez em quando, os remos.
Esquecendo por instantes a precisão das bússolas e,
Entregando nas mãos do destino os espantos.
Pitadas de crenças e magias ocultas transcendem o pragmatismo do cotidiano, pois, nalguns momentos
Há que se enfeitar de flores todos os vasos
Pra, em cores, decompor a existência.
Crer em ordens imaginadas permite que abandonemos, vez em quando, os remos.
Esquecendo por instantes a precisão das bússolas e,
Entregando nas mãos do destino os espantos.
Pitadas de crenças e magias ocultas transcendem o pragmatismo do cotidiano, pois, nalguns momentos
Há que se enfeitar de flores todos os vasos
Pra, em cores, decompor a existência.

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