O início da noite me interpela
E me atira em íntimo mergulho
Enquanto as cores amortecem
E a noite cobre a tarde
Que guarda todas as horas do dia.
Esse momento traz sempre agudos sentidos.
Hoje senti um misto de acolhimento e receio,
Nada agora, nesse átimo de segundo que jaz, me desarvora.
Mas também nada há de concreto no horizonte
Onde possa repousar as (in) certezas.
Olho em volta, a casa está calma e em paz.
Não há barulho, não há dor, não há euforia.
Tudo de uma placidez inquietante.
Olho pra dentro, a alma está calma e em paz.
Barulho sempre há, mesmo sutil ou domado
Não há dor e a euforia espera.
Te ouço e te sinto perto.
Sua presença me ronda como uma promessa.
Enquanto as cores amortecem
E a noite cobre a tarde
Que guarda todas as horas do dia.
Esse momento traz sempre agudos sentidos.
Hoje senti um misto de acolhimento e receio,
Nada agora, nesse átimo de segundo que jaz, me desarvora.
Mas também nada há de concreto no horizonte
Onde possa repousar as (in) certezas.
Olho em volta, a casa está calma e em paz.
Não há barulho, não há dor, não há euforia.
Tudo de uma placidez inquietante.
Olho pra dentro, a alma está calma e em paz.
Barulho sempre há, mesmo sutil ou domado
Não há dor e a euforia espera.
Te ouço e te sinto perto.
Sua presença me ronda como uma promessa.

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