De coragem e vontade.
Deixo-me quedar,
Pra digerir a inércia que a tristeza traz.
Tristeza sem nome, ou talvez
Com tantos porquês, que me custa nomeá-los.
Experimento um transbordamento,
Maior que a minha mania de acreditar!
Vivemos num mar de absurdos,
Que me invadem todos os poros,
Mesmo que tente vedá-los.
Tristeza sem nome, ou talvez
Com tantos porquês, que me custa nomeá-los.
Experimento um transbordamento,
Maior que a minha mania de acreditar!
Vivemos num mar de absurdos,
Que me invadem todos os poros,
Mesmo que tente vedá-los.
Tristeza é poeira fina, em tempos de ventania.
Muitas vezes sou acometida
Por agudo desamparo
Muitas vezes sou acometida
Por agudo desamparo
E durmo a falta de um colo,
Que, quando em vez, me afaguem as lágrimas.
Onde estou, ser ombro é imperativo,
E deixo a vontade de nada,
Pra amanhã, talvez!
Que, quando em vez, me afaguem as lágrimas.
Onde estou, ser ombro é imperativo,
E deixo a vontade de nada,
Pra amanhã, talvez!

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