Na busca pelo horizonte perdido.
Ansiamos por um lugar sem fronteiras
Físicas ou imaginárias,
Onde os olhos vejam o infinito
E as mãos toquem o intangível.
A amplidão a que os olhos se entregam
Amenizam as prisões que a vida impinge,
Ou nós mesmos, na maioria dos casos,
Que nos auto imputamos,
Penas duras e inflexíveis.
Somos algozes e vítimas
Que nasceram livres,
Mas nem sempre se deram conta disso.
O que nos salva ou nos oprime?
Amenizam as prisões que a vida impinge,
Ou nós mesmos, na maioria dos casos,
Que nos auto imputamos,
Penas duras e inflexíveis.
Somos algozes e vítimas
Que nasceram livres,
Mas nem sempre se deram conta disso.
O que nos salva ou nos oprime?
As chaves da paz ou do caos
Estão guardadas dentro da alma.
Não há respostas fora,
Nem mágica capaz de nos redimir.
Estão guardadas dentro da alma.
Não há respostas fora,
Nem mágica capaz de nos redimir.
Está tudo dentro.

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