Um céu de primavera
Manto azul noite estrelado
Cobre a nós, pobres e fracos
Incapazes de gritar, contra
A demência dos ingratos.
Furtam o ar de nossas terras
Envenenam as florestas
Abrem chagas insepultas
E nos bufam sua cólera.
Seiva profana em desatino, escorre
Nas veias da terra brasilis.
Quem calou a nossa voz e
Arrefeceu a nossa fúria?
Haverão de nos furtar as estrelas
Para que trôpegos miremos
Todo o mal que nos assalta?
Incapazes de gritar, contra
A demência dos ingratos.
Furtam o ar de nossas terras
Envenenam as florestas
Abrem chagas insepultas
E nos bufam sua cólera.
Seiva profana em desatino, escorre
Nas veias da terra brasilis.
Quem calou a nossa voz e
Arrefeceu a nossa fúria?
Haverão de nos furtar as estrelas
Para que trôpegos miremos
Todo o mal que nos assalta?
Comentários
Postar um comentário
Leitores, deixem seus comentários e impressões: