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Mostrando postagens de maio, 2012

Brado Retumbante

Recentemente, assistindo a um seminário promovido pela Secretaria da Fazenda, o palestrante disse algo interessante sobre o povo brasileiro; ele falou, citando alguém que não me recordo quem, que o brasileiro individualmente é muito criativo e que o americano médio é medíocre, mas como povo ocorre o contrário, o brasileiro é passivo e desinteressado enquanto o americano sabe cobrar seus direitos e se mobiliza. E parando para analisar, tive que concordar com ele. Sim, pois, apesar de termos nossa criatividade alardeada aos quatro ventos, onde ela está nos levando como nação? Se olharmos com cuidado veremos que os Estados Unidos, mesmo vivenciando uma crise sem precedentes, é uma nação articulada, que investe em seus cidadãos, que se orgulha de seus feitos, que dita normas e comportamentos ao mundo e que é respeitada e adorada pelos seus filhos. Muito bem, somos criativos, vivemos com dificuldades, driblamos muitas vezes a falta de serviços básicos e continuamos hospitaleiros e aleg...

Sabedoria

As duas folhas da janela se abriram, E o vento sábio soprou quarto adentro, Um perfume de alecrim e café, Um frescor do orvalho recém-formado, Uma nova esperança no ar! Segunda-feira. Dia de começar tudo de novo?? Não, disse o vento...não sejas tão tolo, É sua chance de recomeçar!!

Ideal

Queremos paz, caminhamos por ela, pedimos por ela. Mas o que fazemos para tê-la em nossas vidas? Não basta querer, é preciso viver. Em cada dia, em cada lugar, em cada gesto. Antes de cobrar atitudes dos outros, é preciso avaliar nossas próprias atitudes. Somos gentis com as pessoas a nossa volta? Sabemos respeitar ideias, valores e o modo de vida alheio? Somos solidários com o sofrimento que nos cerca? Conseguimos identificar nossas próprias limitações? Somos capazes de pedir desculpas quando erramos? Acredito que a paz passa por todas estas questões. Na maioria das vezes e em temas complexos como a paz, a sustentabilidade, a inclusão social; colocamos sempre a responsabilidade sobre os ombros de autoridades, do governo ou de instituições que, a nosso ver, não fazem seu papel. Concordo que muitas vezes as grandes ações dependam de grandes investimentos financeiros, de vontade política, de pessoas capacitadas para esse fim. E se eles não fazem nos resignamos frente aos problemas...

Outono

E que venha o elegante outono, Com seu céu de brigadeiro, Com seu calor contido, Num friozinho que acalora a alma, Que tem cheiro de aconchego, Deslumbrantes pores-do-sol, Alegre melancolia!