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Mostrando postagens de maio, 2016

À Deriva

Sou poeta sem palavras A paz faz jejum de mim Sigo em passos trôpegos, Por caminhos obscuros. Olho pra página em branco Ela permanece intocada Nenhuma palavra se apresenta Nada a declarar! E se o papel está vazio A mente transborda Pensamentos dissonantes A alma meneia Gangorra emocional!