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Mostrando postagens de dezembro, 2012

Epílogo!

Adeus ano velho, feliz ano novo! Estou aqui pensando no que escrever para marcar o fim deste ano. Nesses momentos de festas, acabamos por nos repetir e fazer os mesmos votos. Mas apesar da sensação de déjà vu, cada ano nos toca de uma maneira diferente e deixa lições novas em folha. Há sempre momentos marcantes, emoções inusitadas, acontecimentos inesperados, perdas, ganhos, descobertas, encontros e desencontros. E esse movimento de sensações e energias chama-se vida. E independente do que ela lhe ofereceu este ano, merece ser brindada. Não me canso de exaltar a sabedoria daqueles que inventaram o calendário, dividindo o tempo em fatias, como disse Drummond, e nos presenteando com a possibilidade de recomeçar, ou continuar com mais esperança. Imaginem se o tempo fosse moto contínuo, sem pausas, sem férias, sem essa boa e necessária impressão de reinício? No mínimo ficaríamos mais fatigados. O novo desperta ânimo e nos reabastece. Receber e desejar votos de felicidades nos torna mais...

Então é Natal!

Então é Natal! Nós cristãos comemoramos o nascimento do homem que mudou a história da humanidade e que nos ensinou lições de amor, de paz, de solidariedade e de fé. Um homem simples, sem ostentação, que veio ao mundo pra nos inspirar e pra nos mostrar que nossa missão é nobre e vai muito além desta vida. Ensinou-nos a perdoar e a nos importar com o outro. Mostrou-nos que só poderemos amar alguém se amamos a nós mesmos. Provou-nos que a Deus nada é impossível e que a fé remove montanhas. Pois bem, depois de dois milênios, será que já entendemos suas lições? Natal significa nascimento. E deveria ser uma oportunidade de deixar nascer em nós, verdadeiramente, os valores pregados por Jesus Cristo. Valores esses que são muito mais que religião e estão acima de qualquer crença. São vários os caminhos que levam ao Criador, não existe receita única e o respeito a essa diversidade, talvez seja o primeiro passo para uma coexistência mais harmônica. Deus não tem religião e qualquer igreja é fei...

Niemeyer

E um dia o sopro cessou Arquiteto de formas mirabolantes fez das curvas seu reto caminho longa alameda... Imortal no concreto Perene na vida Elixir da longevidade? Sonho e trabalho.

Fundamental

Sentimentos... É só o que somos enfim Nobres, egocêntricos, vis Viver é visceral A razão, cardial Pensamentos, pretextos vãos Sentimentos... É o que somos até o fim.

Será??

Fim de ano se aproximando novamente. O tempo está passando tão depressa que custamos a perceber que mais um ciclo está prestes a se encerrar. Nesses tempos é hora de assistirmos aos mesmos filmes na TV, de vermos as mesmas reportagens sobre como usar o décimo terceiro salário, de sermos bombardeados com milhares de promoções imperdíveis para o Natal, de vermos as luzes iluminando casas e cidades, de sermos levados a refletir sobre o ano que passou e fazermos planos para o próximo. Todo ano eles fazem tudo sempre igual, parodiando Chico Buarque. Mas, apesar de ser uma época de muitos compromissos e correria, gosto muito desse clima de festas. Lembro-me com saudades do tempo de criança, em que passávamos todo o mês de dezembro em contagem regressiva para o dia de Natal. Apesar de nunca ter acreditado em Papai Noel, a manhã do dia 25 sempre tinha um quê de magia, com cheiro de boneca nova, muitas guloseimas e família reunida para o almoço especial, que ainda hoje, mantém o mesmo card...