Há amores que são borboletas E metamorfoseiam-se encapsulados Renascendo vestidos de cor Há amores que são cigarras E cantam aos quatro ventos Sucumbindo secos de dor Há amores que foram eternos E sofrem de descuidado Morrendo mais frágil que flor Há amores que são muralhas E erguem barreiras e fortes Resistindo à intempérie que for.
O mundo das letras é mágico. Traduzir sentimentos em palavras, além de tocar o outro, ensina a nos conhecer. Depois dessa descoberta, encontrei muito em mim que não era capaz de enxergar. Marquei um encontro comigo mesmo, que se renova a cada novo texto, seja prosa ou verso, público ou guardado. E assim sigo escrevendo, emitindo percepções e opiniões, desbravando esse universo infinito de possibilidades, onde as palavras desnudam a alma. Escrever hoje é minha melhor forma de existir!