A Esperança equilibrista
Essa que nos sustenta
E mesmo no caos alimenta
De canções e ideais
Esse país iluminado
Temporariamente infectado
Por pensamentos tão vis.
Com Consciência e emoção
Seguimos na corda bamba
De sombrinha colorida
Contando as tardes caídas
Que oprimem o nosso luto
De tristezas tão agudas
Da nossa pátria mãe gentil.
Pungente é a nossa clareza
E rege a nossa alegria
Que o Brasil de verdade
Feito por cores mais sãs
Não carrega em suas entranhas
Mãos sujas de covardia!

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