Tacitamente, procuro o interruptor
Que clareie o (in) cômodo
Da minha tristeza.
Por vezes, os faróis se apagam,
E o caminho se torna invisível.
Lanternas em punho,
Careço artifícios que busquem
O ponto de equilíbrio da alma.
Esquadrinho as possibilidades
Persigo a respiração profunda
Mergulho em silêncio, me aquieto.
Sinto dores e amargores
Mesmo que não lhes dê a ousadia
De serem maiores que os sonhos.
Assim sigo, atravessando túneis.

Comentários
Postar um comentário
Leitores, deixem seus comentários e impressões: